Terminal portuário de Chongoene já tem escritura pública

O Ministro dos Transportes e Comunicações, Mateus Magala, e a Vice-presidente da Sociedade Terminal de Minérios de Chongoene, Qijia Xue, assinaram a Escritura Pública do Contrato de Concessão do Terminal Portuário de Chongoene, na província de Gaza. Aprovada recentemente pelo Conselho de Ministros, a concessão do Terminal Portuário de Chongoene estará sob a gestão daquela sociedade que é constitída pelas empresas Densheng Port SA. (com 80% do capital), e pela empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM), (com 20%). Esta sociedade, com uma vigência de 15 anos, tem em vista a construção, operação e gestão das infraestruturas portuárias para o armazenamento e manuseamento de areias pesadas a granel, provenientes da Mina de Areias Pesadas de Chibuto. Com capacidade para manusear cerca de 8 milhões de toneladas por ano, as obras do Terminal Portuário de Chongoene estão avaliadas em cerca de 55 milhões de Dólares, na sua fase-1, e será gerido e operado pelo CFM. A concessão prevê, ainda, projectos sociais como a construção da linha férrea Chibuto-Chókwe, com aproximadamente 73 quilómetros (Km), manutenção da estrada Chibuto-Chongoene, construção da estrada que liga a Estrada Nacional Nr.1 (EN1) em Chongoene até ao terminal, numa extensão de cerca de 7 Km, fornecimento de água e energia às populações circunvizinhas do local, entre outras iniciatiīvas. Falando momentos depois da assinatura da escritura pública, o Ministro Magala explicou que a construção do Terminal de Chongoene tem como objectivo viabilizar diversos projectos de desenvolvimento de Gaza, sendo o das areias pesadas de Chibuto apenas uma âncora, havendo expectativa de servir outras iniciativas locais para o crescimento deste ponto do país. Destacou igualmente os benefícios sociais e económicos da implementação do projecto, considerando as implicações negativas que o transporte dos produtos extraídos das areias pesadas de Chibuto, via rodoviária para o Porto de Maputo, como a degradação das estradas, poluição, sinistralidade rodoviária, entre outros males.
Porto de Nacala regista novo recorde de manuseamento após modernização

O Porto de Nacala alcançou um novo recorde no manuseamento de contentores, confirmando a eficácia das obras de modernização concluídas em finais de 2023. As melhorias permitiram ao porto aumentar significativamente a sua capacidade de manuseamento, passando de 100 mil para 252 mil toneladas de carga contentorizada, um crescimento de mais de 150%. O novo recorde foi estabelecido durante a operação do navio AS PAOLA, da linha CMA CGM, que chegou ao Porto de Nacala no dia 10 de Setembro de 2024 e atracou no dia seguinte as 17h53. O navio, com um comprimento de 207 metros, esteve em operação até o dia 15 de Setembro de 2024, às 20h20, tendo manuseado um total de 2.569 movimentos, equivalentes a 2.767 TEUs (unidade de medida padrão para contentores). A operação contou com o uso de duas gruas Quay Gantry Crane e 10 tratores terminais. A produtividade bruta foi de 19,6 movimentos por hora/navio, com o turno mais produtivo a registar uma média de 24,5 movimentos por hora/grua, destacando-se os avanços trazidos pela modernização do porto. Com este registo, fica para trás o recorde anterior estabelecido em Dezembro de 2023, logo após a reinauguração do porto, quando o navio MSC GIOVANNA VII, da linha MSC, registou 2.271 contentores manuseados, equivalentes a 2.711 TEUs. Na altura, o tempo de operação foi de 3,9 dias e a produtividade atingiu 24 movimentos por hora/grua. O navio transportava principalmente material de construção, aço, arroz, pneus e eletrodomésticos na importação, e feijões, grafite, pedras semi-preciosas e castanha de cajú na exportação. Antes da modernização, o Porto de Nacala tinha uma produtividade máxima de 6,3 movimentos por hora/grua, com um tempo médio de estadia dos navios de 5 dias. Com as melhorias, o porto registou um salto significativo na eficiência, contribuindo para o aumento da sua competitividade a nível regional e internacional.
Primeiro comboio de combustíveis chega ao Malawi através da Linha Férrea de Vila Nova da Fronteira

Os Caminhos de Ferro de Moçambique realizaram, esta terça-feira (11 de setembro), o primeiro comboio de combustíveis para o Malawi, através do Ramal Dona Ana – Vila Nova da Fronteira, na Província central de Tete. Segundo o Director de Comunicação e Imagem do CFM, Adélio Dias, “o comboio partiu do Porto da Beira com 48 tanktainers (24 plataformas) tendo como destino final a Marka, localizada no distrito malawiano de Nsanje, que faz fronteira com a Vila Nova da Fronteira, do lado moçambicano”.
CFM estreia na Logística de Petróleo e Gás

“Este momento marca o sentido de missão das empresas nacionais que respondem às exigências das operadoras petrolíferas…”, afirmou Filipe Nyusi no seu discurso inaugural. A empresa, Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) estreou, sábado, 27 de Julho de 2024, com o lançamento oficial do início das operações marítimas da CFM Logistics, na logística de petróleo e gás em Moçambique. Trata-se de uma Empresa criada no âmbito do core business da CFM, com objectivo de envolver-se em toda a cadeia de produção, logística e venda de recursos energéticos, tendo em conta as descobertas de importantes reservas de gás natural na Bacia do Rovuma, que se juntam ao potencial em produção na zona Sul, na região de Pande-Temane, colocando, desse modo, o nosso País na posição de um dos maiores produtores mundiais de Gás Natural Liquefeito. “Afigura-se como uma acção estratégica nacional da CFM, que serve de meio para assegurar a participação e empoderamento das empresas nacionais”, afirmou Filipe Nyusi, presidente da República, tendo acrescentando que o início das operações da CFM Logistics representa também o começo de uma ambição maior de exercer e prestar serviços marítimos em águas profundas e em toda a área marítima integrante do território moçambicano.
CFM e MPDC assinam Acordo para serviço de logística eficiente

A Empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) e a Sociedade de Desenvolvimento do Porto de Maputo (MPDC) assinaram hoje, durante um encontro de alinhamento estratégico, um acordo de nível de serviço (SLA – Service Level Agreement) que irá permitir alcançar uma solução ferro-portuária competitiva e rentável para o Corredor Logístico de Maputo.
Trabalhadores do CFM solidarizam-se com as vítimas das enxurradas

As Colaboradoras da Empresa pública Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM), procederam, na manhã de hoje, 17 de Abril de 2024, a oferta de diversos produtos alimentares, material escolar e material de construção, às vítimas das enxurradas que afectaram diversas famílias na província e cidade de Maputo.
CFM investe mais de 910,3 milhões de dólares em infra-estruturas e equipamentos

A Empresa Portos e Caminho de Ferro de Moçambique (CFM) investiu, nos últimos 5 anos, mais de 910,3 milhões de dólares americanos em infra-estruturas e equipamentos, em alinhamento com o desenvolvimento dos Portos de Maputo, Beira, Nacala e Pemba; das Linhas de Machipanda, Sena e Ressano Garcia. Este investimento, segundo o presidente do Conselho de Administração (PCA) do CFM, Agostinho Francisco Langa Júnior, tem como objectivo dar uma melhor resposta à demanda cada vez mais crescente, sobretudo dos exportadores de minérios, e facilitar a vida dos residentes da grande região Metropolitana de Maputo.
Maior Navio porta-contentores atraca no Porto de Nacala

Atracou, no dia 19 de Dezembro do corrente ano, no Porto de Nacala, o maior Navio Post Panamax-MSC GIOVANNA II, acto que é considerado um marco histórico naquele Porto por ser o maior navio porta-contentores já recebido e sem gruas. O Navio Giovanna foi fabricado em 1998 e tem um comprimento de 299.9m, Largura: 42.8m e uma Capacidade de 6690 TEUs. o Porto de Nacala Giovanna VII vai manusear 2,300 TEUS de carga diversa, entre arroz ensacado, produtos de limpeza, material de construção, lubrificantes, máquinas fotocopiadoras, produtos químicos, oriunda da Índia, Mombasa, África de Sul, Espanha, China, Maurícias, Tailândia e destinada, tanto para o nosso País e países vizinhos como Malawi. E de Moçambique e Malawi, o Navio levará cargas, como feijão bóer, feijão de soja, chá preto, minério-grafite e farelo de trigo para países como, África do Sul, Índia, Maurícias, Emirados Árabes e Paquistão. Recorde-se que a atracação deste Navio acontece após a inauguração, pelo Presidente da República, das obras de amplição e modernização do Porto de Nacala. As obras do Porto de Nacala consistiram, para além do apetrechamento em equipamento com tecnologia de ponta, na adopção de uma série de facilidades e procedimentos de operações que muito irão conferir (como é o caso) uma nova e maior dinâmica na gestão do Porto de Nacala.
Presidente da República Inaugura as Obra de Reabilitação e Requalificação da Linha de Machipanda

Moçambique aposta na reabilitação e requalificação de infra-estruturas portuárias e ferroviárias por considerar que tal facto não só reduz a pressão sobre as estradas, assim como consubstancia a posição que o pais ocupa em termos de transporte de mercadoria na zona. Aliás, a localização estratégica de Moçambique na região obriga o Governo a investir em infra-estruturas de transporte, o que traz mais-valia não só para o país, como para os vizinhos, sobretudo os que não têm acesso ao mar.
PCA do CFM preside Conferência SARA RAIL 2023

O Presidente do Conselho de Administração da Empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique e Presidente Associação dos Caminhos de Ferro da África Austral (SARA), Agostinho Francisco Langa Júnior, presidiu, na manhã do dia 25 de Outubro de 2023, na cidade Sul Africana de Johannesburg, a abertura oficial da 12ª Conferência e Exposição dos Caminhos de Ferro da África Austral (SARA), sob o lema “Melhoria da capacidade ferroviária e da qualidade dos serviços através de novos modelos operacionais e parcerias para uma integração regional perfeita e comércio”.


