CFM inaugura duas Novas Locomotivas

Foram inauguradas em Maputo, no passado dia 12 de setembro do ano em curso, duas novas locomotivas que irão reforçar a frota da Empresa Portos e Camihos de Ferro de Moçambique (CFM). A aquisição das Locomotivas enquadra-se no Plano Estratégico da Empresa que prevê o apetrechamento e modernização do material circulante e equipamentos ferro-portuários. As duas locomotivas fazem parte de um lote de 10 por receber ainda este ano e irão responder a demanda que o mercado impõe, sobretudo o Zimbabweano e Sul Africano. A cerimnónia de inauguração foi dirigida pelo Ministro dos Transportes e Logística, Eng°. João Matlombe e enquadrou-se no âmbito do I Conselho Coordenador do Mnistério dosTransportes e Logística. Matlombe felicitou o CFM pela visão e determinação em encarar o enorme desafio, frisando a necessidade de empresas públicas fortes, focadas em resultados, capazes de gerar impacto directo na vida dos moçambicanos rumo a mais oportunidades de emprego, integração e esperança. “As duas locomotivas para carga adquiridas, mais que um reforço da frota, simbolizam compromisso com o futuro, com a modernização e transformação estrutural do sector logístico nacional, como motores para o desenvolvimento futuro, provando o investimento num sistema ferro-portuário moderno, eficiente, competitivo e preparado para servir a economia nacional e a região, aliado pela vantagem estratégica de Moçambique”- referiu o Governante para o sector dos transportes e logística. Por seu turno, o PCA do CFM, Eng°. Agostinho Francisco Langa Júnior, destacou que a presença do Ministro para dirigir a cerimónia motiva e encoraja o CFM a prosseguir com as orientações dadas pelo Governo a partir do Ministério dos Transportes e Logística. As Locomotivas foram adquiridas na Índia, custaram cerca de 3,449.000,00 USD/cada e resultam do apoio dos parceiros nomeadamente, Banco Africano de Desenvolvimento, Standard Bank e BCI.
In Celebration of the 130th Anniversary of CFM

O Presidente da República, Daniel Francisco Chapo afirmou, no passado dia 8 de julho de 2025, no âmbito da celebração d 130o aniversário do CFM que a Empresa tornou-se ao longo dos 130 da sua existência, a espinha dorsal da economia e canal de circulação de ideias, de culturas, de sonhos e do desenvolvimento do nosso Moçambique. Trata-se, segundo o Chefe de Estado, de um marco que ultrapassa a imaginação de cada um e entra para o domínio da memória nacional e do orgulho colectivo dos moçambicanos. Nesse contexto, Daniel Chapo sublinhou que ao celebrar-se os 130 anos dos CFM, o governo moçambicano não comemorava apenas uma simples data histórica, mas sim, “festejamos a nossa capacidade de resistir, de transformar, de sonhar e de fazer o futuro”. Por isso, acrescentou, “a história dos Caminhos de Ferro de Moçambique confunde-se com a própria história de Moçambique. Foram os trilhos que costuraram o país de norte ao sul, do Zumbo ao Índico, de este ao oeste”. Para elucidar, o estadista moçambicano fez saber que foram as linhas férreas que aproximaram o interior do litoral, as zonas rurais dos centros urbanos e ligaram países irmãos do hinterland, como África do Sul, Zimbabwe, Malawi, Zâmbia e Eswatini à Moçambique e, através deste, ao mundo. Para além disso, referiu Daniel Chapo que, muitas das cidades moçambicanas nasceram à volta de estações ferroviárias, muitas vilas ganharam vida graças à água, à luz, às escolas e desenvolvimento do país, catalisado pelos CFM. Nesse prisma, enfatizou o Presidente da República, “o hoje Estádio Nacional da nossa independência nacional é fruto dos CFM”, assinalou para num outro contexto, revelar que a proclamação da independência nacional a 25 de Junho de 1975, tornou-se hoje num símbolo de esperança, de resistência e de vida. Daí que, “os CFM têm o comboio de vida e o canal da circulação da própria revolução”, destacou o chefe de Estado. Refira-se que, a celebração dos 130 anos dos CFM, correspondem à data, 8 de Julho de 1895, da inauguração da primeira ligação ferroviária entre a ex-cidade de Lourenço Marques, hoje Maputo, e o Transvaal, actual Pretória. Nascia, assim, a chamada “estrada do progresso”, assinalou, salientando que, “era a chegada do maior comboio da Revolução Industrial ao nosso território — o comboio e o caminho-de-ferro — com as suas promessas de modernidade e transformação”. Por isso, durante os 130 anos, “aquele que poderia ser apenas um empreendimento colonial tornou-se, nas mãos e no suor dos moçambicanos, do Rovuma ao Maputo e do Zumbo ao Índico, um instrumento poderoso de coesão territorial, de desenvolvimento económico, social e de criação de cidadania e de afirmação nacional”, vincou.
CFM signs Memorandum of Understanding with Field Ready to promote greater employment opportunities for young people

A Empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) assinou, no dia 14 de Maio de 2025, um Memorando de Entendimento com a Field Ready, tendo em vista vista à promoção da empregabilidade juvenil em Moçambique. O acordo visa abrir caminhos para que jovens profissionais acedam a oportunidades de estágio no CFM e, com isso, possam estar devidamente preparados para integrar no mercado de trabalho. Assinaram, da parte do CFM, os Administradores Executivos, Selma Ferreira Dixon (do Pelouro de Recursos Humanos e Assuntos Jurídicos), Aboobacar Mussá (do Pelouro de Engenharia e Tecnologias de Informação) e, da parte da Field Ready, o respectivo Director para Moçambique, Gaspar Buque. Para o CFM, segundo Dixon, “esta parceria com a Field Ready representa uma oportunidade para apoiarmos os jovens e ampliarmos as oportunidades no seio das empresas aderentes à Aliança.” Sentimento, igualmente, assumido pela Field Ready que está comprometida em expandir a sua aliança de empresas comprometidas com a empregabilidade juvenil em Moçambique, e esta parceria com uma entidade de referência nacional como o CFM é um passo determinante nesse caminho. Por sua vez, Buque considera que “a Field Ready está comprometida em expandir a sua aliança de empresas comprometidas com a empregabilidade juvenil em Moçambique, e esta parceria com uma entidade de referência nacional como o CFM é um passo determinante nesse caminho”. O Memorando prevê, entre outras iniciativas, a disponibilização de vagas de estágio nos CFM, permitindo que jovens formados em diversas áreas ganhem experiência prática, aumentem a sua visibilidade perante empregadores e possam ser integrados em processos de recrutamento futuros. Tanto a Field Ready como o CFM expressaram a sua convicção de que esta parceria estratégica terá impactos positivos e duradouros na trajectória profissional de muitos jovens e contribuirá para o desenvolvimento socioeconómico sustentável de Moçambique.
CFM and NRZ Formalize Important Railway Agreement

Os Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) alcançaram mais um marco significativo com a assinatura de 2 Acordos de Entendimento Operacional com a National Railways of Zimbabwe (NRZ). O acto ocorreu no passado dia 14 de março de 2025, em Maputo e permitirá que o CFM opere nas Linhas ferroviárias do Zimbabwe, fortalecendo a cooperação entre os dois países e impulsionando a eficiência no transporte de carga. Os acordos contemplam os seguintes Corredores: Com essa parceria, espera-se uma maior dinâmica e eficiência no fluxo de carga entre Moçambique e o Zimbabwe, garantindo um serviço mais confiável e econômico aos clientes ferroviários. A assinatura do Acordo foi efectuado pelas lideranças de ambas as Empresas. Do lado do CFM, assinaram o Presidente do Conselho de Administração, Eng. Agostinho Langa Júnior e o Administrador Executivo, Eng. Cândido Jone. E, representando a NRZ, assinaram, o Board Chairman, Advocate Michael Madiro e a General Manager, Senhora Ainah Dube-Kaguru. Como parte do Acordo, o CFM será responsável por garantir a disponibilidade de Locomotivas em boas condições para suportar as operações ininterruptas nas Linhas da NRZ. O CFM cmpromete-se, ainda a a fornecer combustível e outros consumíveis necessários para a facilitação de 2 viagens, no mínimo, num período de 24 horas. O CFM fornecerá, ainda, a tripulação que irá operar no território zimbabweano. Por seu turno, a NRZ garante os volumes do tráfego suficiente, assim como garantirá a manutenção das vias, permitindo que as Locomotivas do CFM atravessem em segurança. Este Acordo contribui para o fortalecimento da integração e desenvolvimento regional.
CFM donates povidone-iodine to MISAU

O Ministério da Saúde recebeu, ontem, perto de quatro mil litros de iodopovidona para uso nos blocos operatórios, o que vai reforçar a capacidade de realização de cirurgias nas unidades sanitárias de todo o País. O donativo chega numa altura em que se regista um défice na disponibilização deste material devido à vandalização de parte dos armazéns de artigos médicos. Segundo as autoridades sanitárias, a entrega do insumo é oportuna porque, para além de responder aos desafios causados pelas manifestações, será fundamental para o cumprimento da meta de realizar pelo menos 500 cirurgias, nos próximos três meses, no âmbito da campanha nacional de redução de filas de espera. Entregue pela empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM), o donativo integra um conjunto de acções das quais a instituição se propõe a realizar nos sectores da Saúde e Educação, no âmbito das acções de responsabilidade social e no contexto da celebração dos 130 anos. O Presidente do Conselho de Administração dos CFM, Agostinho Langa Júnior, explicou que a escolha deste material para a doação foi por indicação do sector da saúde, tendo em conta as suas prioridades. “Este é o primeiro acto de responsabilidade social no âmbito da celebração dos 130 anos do CFM. Estamos abertos e continuaremos a ajudar a área da saúde que sofreu bastante com as vandalizações. O apoio que queremos dar, não só para este sector como também para a educação, deve ter impacto na vida da população”, disse. O Ministro da Saúde, Ussene Isse, agradeceu o gesto de amor, solidariedade e generosidade do CFM, que responde ao lema “O Nosso Maior Valor e a Vida.” “Vamos lançar hoje (ontem) a campanha nacional de redução de filas de espera prevista para operar 500 pacientes ou mais, durante os 100 dias de governação, e este produto vem complementar a actividade. A nossa meta é elevar cada vez mais a qualidade do atendimento, disponibilidade de medicamentos e tornar os serviços de saúde mais acessíveis para a população”, destacou.
Port of Nacala reaches historic milestone

Depois da conclusão das obras de reabilitação, expansão e modernização, o Porto de Nacala atingiu em meados de Dezembro de 2024, um marco histórico ao manusear 100 mil TEUs em importação, exportação e em transito de e para os países vizinhos, incluindo para novos mercados europeus, asiáticos, do Médio Oriente e das Américas. Para 2024, o porto de Nacala tinha como meta manusear 102 mil TEUS. “Em meados de Dezembro de 2024, atingimos pela primeira vez, um marco histórico de 100, 000 TEUs manuseados ( embarque e desembarque). Este é um máximo histórico que se verifica no manuseamento de contentores pelo Porto de Nacala”, afirmou quinta-feira Augusto Abudo. A totalidade destes TEUs, foi segundo o Director Executivo Norte da Empresa Porto e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM), transportado em 124 navios. Com o efeito, Augusto Abudo enfatizou que o alcance desta produção histórica representa o cumprimento em quase 100% daquilo que foi o plano para 2024 e da produção anual das três terminais, nomeadamente de contentor, de carga geral e terminal de graneis líquidos, que compõem o complexo ferro portuário de Nacala. Assim, no período de Janeiro a meados de Dezembro de 2024, o porto de Nacala registou uma realização global de 95,8%. Em relação aos produtos, o Director Executivo do CFM Norte, revelou que o Porto de Nacala transportou em 2024 um total de 1,423,804 toneladas de mercadoria diversa, destaque para gergelim, sisal, algodão, feijões, grafite, pedras semipreciosas incluindo sucata e folhas de eucaliptos de e para países europeus, do Médio Oriente, Ásia e da América. Este é sem dúvidas, um marco histórico na produção do Porto de Nacala desde a sua inauguração a 7 de Outubro de 2023 pelo presidente da República, Filipe Nyusi, numa cerimónia que contou com a participação dos presidentes da República do Malawi, Lazarus Chakwera e da Zâmbia, Hakainde Hichilema, e ainda, pelo vice-ministro dos Negócios Estrangeiros do Japão, Hosaka Yasushi. No entanto, o sucesso das operações ferro portuárias em Nacala, teve em conta, segundo Augusto Abudo, vários factores, com particular enfoque na conclusão das obras de modernização e ampliação do terminal de contentores, aumentaram a capacidade de atracagem de navios, cujo cais possui 400 metros de comprimento e 14m de profundidade, aquisição de 2 novos e modernos rebocadores e 1 barco piloto para atracação de navios. Para além destes factores, a modernização e ampliação da infraestrutura, classificada economicamente como o “coração” da província de Nampula, no norte de Moçambique, abriu também novos mercados do Médio Oriente, Ásia, Europa e América. “Aliado a esta posição geoestratégica, está o facto de o porto ter uma baía natural protegida e, mais ainda, ter profundidades naturais vantajosas. O canal de acesso é de cerca de 60 metros de profundidade, 800 metros de largura. Portanto, isso quer dizer que não tem qualquer limitação para receber navios 24 horas ao dia”, destacou. “Depois da sua inauguração, o Porto de Nacala passou a contar com um cais dedicado para receber navios porta contentores, assim como, a entrada em funcionamento de duas novas linhas de navegação, nomeadamente UAFL e COSCO Shipping, a implementação e utilização de novos equipamentos para o manuseamento de carga contentorizada, designadamente 2 QGC´s; 8 RTGs; 7 Reachstackers e 12 camiões internos”, indicou o Director Executivo do CFM Norte. A implementação de um Sistema de Gestão de Terminais – Terminal Operating System (Navis Octopi), fornecido pela empresa NAVIS KALERIS para automação, integração e gestão dos processos operacionais, assim como, a introdução das operações de transhipment de contentores via porto de Nacala, saindo do porto de Maputo para as Comores, Madagáscar e Maurícias são outros factores que contribuíram para o alcance das metas. Nesse contexto, durante a cerimónia de inauguração do complexo ferro-portuário de Nacala a 7 de Outubro de 2023 o presidente da República destacou que o mesmo permite o acesso às rotas marítimas para Malawi, Zâmbia, República Democrática de Congo, Zimbabwe, com impacto directo no desenvolvimento socioeconómico, nomeadamente, na promoção do comércio internacional, associado ao sector produtivo, estimulando a geração de emprego. Por estas razões, Augusto Abudo, fez saber que “nós queremos garantir que o Porto de Nacala se torne principal para outros países do `hinterland´, como algumas regiões do Zimbabwé e da República Democrática do Congo”. Refira-se que o Porto natural de Nacala, que iniciou as suas funções em 1951, é crucial para o escoamento das exportações assim como para a importação de cereais, fertilizantes, combustíveis, medicamentos e equipamentos de diversa natureza para suprir as necessidades de consumo dos países da região, particularmente de Moçambique, Malawi e Zâmbia.
Porto da Beira celebra marco histórico com a atracação do Navio MSC Shanelle V

O Porto da Beira atingiu um novo marco em sua história ao receber, em 22 de Novembro de 2024, o MSC Shanelle V, o maior navio em comprimento já atracado no Terminal de contentores. Com 294,12 metros de comprimento (LOA) e capacidade para transportar 4.738 TEUs, este porta-contentores consolida a posição do Porto como um dos mais preparados da região para receber embarcações de grande porte. A entrada do MSC Shanelle V é resultado directo dos investimentos realizados no Porto da Beira após a dragagem de emergência de 2017/2018. Desde então, o Porto da Beira passou a registrar uma crescente demanda de navios de maior calado e comprimento acima da média. Este crescimento levou à aprovação, pelo Conselho de Administração do CFM, de um projeto estratégico de dragagem e alargamento da bacia de manobras do Terminal de Contentores, com um investimento de 1,9 milhões de dólares. As obras, realizadas entre Agosto e Novembro de 2020, permitiram ao Porto da Beira acomodar navios com comprimento de até 300 metros de LOA e calados de até 12 metros. Essa melhoria foi crucial para aumentar a competitividade do porto no mercado internacional. Desde a conclusão das obras, o Terminal de Contentores tem sido palco de atracações de navios cada vez maiores, culminando na chegada do MSC Shanelle V. O MSC Shanelle V, com o maior comprimento registrado até hoje, simboliza o sucesso do Projeto de Modernização e Ampliação da Infraestrutura Portuária. A entrada do MSC Shanelle V representa não apenas um marco histórico, mas também, uma oportunidade de alavancar a economia regional. Navios maiores permitem o transporte de volumes maiores de carga, reduzindo custos operacionais e optimizando o uso do Terminal. Além disso, esse avanço reduz o congestionamento da barra, aumentando a eficiência do porto.O sucesso do projeto também foi sustentado por infraestrutura de ponta, como os rebocadores de última geração Savane e Revué, com capacidade de 70.000 Bollard Pull, além de uma lancha moderna para serviços de pilotagem. A chegada do MSC Shanelle V reforça a visão do Porto da Beira como um importante hub de comércio internacional. Este marco demonstra a capacidade do Porto da Beira de atender às crescentes demandas do mercado global, impulsionando o desenvolvimento económico e social de Moçambique.
Terminal portuário de Chongoene já tem escritura pública

O Ministro dos Transportes e Comunicações, Mateus Magala, e a Vice-presidente da Sociedade Terminal de Minérios de Chongoene, Qijia Xue, assinaram a Escritura Pública do Contrato de Concessão do Terminal Portuário de Chongoene, na província de Gaza. Aprovada recentemente pelo Conselho de Ministros, a concessão do Terminal Portuário de Chongoene estará sob a gestão daquela sociedade que é constitída pelas empresas Densheng Port SA. (com 80% do capital), e pela empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM), (com 20%). Esta sociedade, com uma vigência de 15 anos, tem em vista a construção, operação e gestão das infraestruturas portuárias para o armazenamento e manuseamento de areias pesadas a granel, provenientes da Mina de Areias Pesadas de Chibuto. Com capacidade para manusear cerca de 8 milhões de toneladas por ano, as obras do Terminal Portuário de Chongoene estão avaliadas em cerca de 55 milhões de Dólares, na sua fase-1, e será gerido e operado pelo CFM. A concessão prevê, ainda, projectos sociais como a construção da linha férrea Chibuto-Chókwe, com aproximadamente 73 quilómetros (Km), manutenção da estrada Chibuto-Chongoene, construção da estrada que liga a Estrada Nacional Nr.1 (EN1) em Chongoene até ao terminal, numa extensão de cerca de 7 Km, fornecimento de água e energia às populações circunvizinhas do local, entre outras iniciatiīvas. Falando momentos depois da assinatura da escritura pública, o Ministro Magala explicou que a construção do Terminal de Chongoene tem como objectivo viabilizar diversos projectos de desenvolvimento de Gaza, sendo o das areias pesadas de Chibuto apenas uma âncora, havendo expectativa de servir outras iniciativas locais para o crescimento deste ponto do país. Destacou igualmente os benefícios sociais e económicos da implementação do projecto, considerando as implicações negativas que o transporte dos produtos extraídos das areias pesadas de Chibuto, via rodoviária para o Porto de Maputo, como a degradação das estradas, poluição, sinistralidade rodoviária, entre outros males.
Porto de Nacala regista novo recorde de manuseamento após modernização

O Porto de Nacala alcançou um novo recorde no manuseamento de contentores, confirmando a eficácia das obras de modernização concluídas em finais de 2023. As melhorias permitiram ao porto aumentar significativamente a sua capacidade de manuseamento, passando de 100 mil para 252 mil toneladas de carga contentorizada, um crescimento de mais de 150%. O novo recorde foi estabelecido durante a operação do navio AS PAOLA, da linha CMA CGM, que chegou ao Porto de Nacala no dia 10 de Setembro de 2024 e atracou no dia seguinte as 17h53. O navio, com um comprimento de 207 metros, esteve em operação até o dia 15 de Setembro de 2024, às 20h20, tendo manuseado um total de 2.569 movimentos, equivalentes a 2.767 TEUs (unidade de medida padrão para contentores). A operação contou com o uso de duas gruas Quay Gantry Crane e 10 tratores terminais. A produtividade bruta foi de 19,6 movimentos por hora/navio, com o turno mais produtivo a registar uma média de 24,5 movimentos por hora/grua, destacando-se os avanços trazidos pela modernização do porto. Com este registo, fica para trás o recorde anterior estabelecido em Dezembro de 2023, logo após a reinauguração do porto, quando o navio MSC GIOVANNA VII, da linha MSC, registou 2.271 contentores manuseados, equivalentes a 2.711 TEUs. Na altura, o tempo de operação foi de 3,9 dias e a produtividade atingiu 24 movimentos por hora/grua. O navio transportava principalmente material de construção, aço, arroz, pneus e eletrodomésticos na importação, e feijões, grafite, pedras semi-preciosas e castanha de cajú na exportação. Antes da modernização, o Porto de Nacala tinha uma produtividade máxima de 6,3 movimentos por hora/grua, com um tempo médio de estadia dos navios de 5 dias. Com as melhorias, o porto registou um salto significativo na eficiência, contribuindo para o aumento da sua competitividade a nível regional e internacional.
Primeiro comboio de combustíveis chega ao Malawi através da Linha Férrea de Vila Nova da Fronteira

Os Caminhos de Ferro de Moçambique realizaram, esta terça-feira (11 de setembro), o primeiro comboio de combustíveis para o Malawi, através do Ramal Dona Ana – Vila Nova da Fronteira, na Província central de Tete. Segundo o Director de Comunicação e Imagem do CFM, Adélio Dias, “o comboio partiu do Porto da Beira com 48 tanktainers (24 plataformas) tendo como destino final a Marka, localizada no distrito malawiano de Nsanje, que faz fronteira com a Vila Nova da Fronteira, do lado moçambicano”.


