Conselho de Directores busca soluções para desafios que afectam o CFM

A Cidade da Beira, província de Sofala, acolheu, nos dias 23 e 24 de abril de 2026, o XXIX Conselho de Directores da Empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM), que decorreu sob o Lema “Juntos por um CFM Estratégico e Melhor Opção Logística Regional”. A reunião aconteceu numa altura em que o País ainda se ressente das cheias que destruíram infraestruturas diversas a nível nacional, com destaque para a Linha de Limpopo que ainda não está operacional. Com isso, estima-se que a empresa tenha perdido, até dia 17/4/26, cerca de 47 milhões de dólares norte-americanos, dos quais 12,75 milhões de dólares correspondem a perdas por carga não transportada e 25 milhões de dólares referentes a custos de reparação e reposição de infra-estruturas e equipamentos. “Trata-se de valores significativos que poderão comprometer os resultados previstos para 2026, caso não adoptemos medidas eficazes. Recordem-se que em 2025 enfrentámos prejuízos decorrentes de actos de vandalização associados às manifestações pós-eleitorais”, mencionou o Presidente do Conselho de Administração (PCA), Agostinho Langa Júnior. Para o caso do ano passado, apesar dos prejuízos nas linhas sob gestão dos CFM foram transportadas 14,3 milhões de toneladas de carga diversa, o que representa um incremento de 11 por cento em relação a 2024. Nos portos, sob gestão dos CFM, foram manuseadas 13,2 milhões de toneladas, representando um crescimento de 0.5 por cento em relação a 2024. Entretanto, o transporte de passageiros conheceu um decréscimo de 12 por cento, ao registar seis milhões de passageiros, contra 6,8 milhões transportados em 2024. “Este desempenho produtivo resultou num rendimento económico-financeiro positivo. É assim que, as vendas de serviços cresceram três por cento em relação a igual período de 2024 e os resultados (antes de impostos) foram na ordem de 4.947 milhões de meticais (o equivalente a 77,3 milhões de dólares), correspondendo a um crescimento de 15 por cento”, explicou. Com isso, os resultadosoperacionais atingiram 1.891,62 milhões de meticais, o equivalente a 29,9 milhões de dólares, contra 2.476,3 milhões atingidos em 2024, o que representa uma redução de 24 por cento, influenciados, entre outros, pelo impacto das manifestações pós-eleitorais, acidentes e incidentes ferroviários, a drástica redução dos volumes de carvão na linha de Sena e os elevados custos sociais. Agostinho Langa Júnior fez saber que, em termos de meios flutuantes, a empresa CFM Logistics passou a contar, em 2025, com 3 Rebocadores, dos quais um alugado e também com 4 barcos-pilotos próprios, reforçando desta forma, a sua presença, não só em Nacala e Pemba, como também em Afungi, onde participa com 3 barcos-pilotos. Em termos económicos e financeiros, a empresa CFM Logistics, no mesmo período, teve um volume de negócios de 15.2 milhões de dólares norte-americanos correspondentes a um crescimento de 119 por cento quando comparados a 2024. “Com estes passos gigantescos a nossa CFM Logistics, no exercício de 2025, alcançou a sua autonomia financeira, isto é, ela já respira e vive por si própria!”, comemorou. Durante a abertura do evento, o PCA recordou que no ano passado o Governo confiou aos CFM a responsabilidade de reestruturar a LAM, em parceria com a HCB e a EMOSE, com uma participação de 22 por cento. “Este é um desafio que vem acrescentar mais responsabilidades na nossa missão de contribuir para o crescimento deste país. Aliás, esta tarefa junta-se ao transporte marítimo de passageiros e ao apoio a vários sectores sociais tais como educação; saúde; desporto e cultura”. Acrescentou que “precisamos de maior capacidade de antecipação, melhor gestão de risco e maior eficiência na resposta. Não podemos continuar a gerir crises apenas quando elas acontecem. Temos de nos antecipar, preparar e mitigar”.
CFM assina acordo de sociedade para garantir fornecimento de gás doméstico

No dia 8 de Abril de 2026, em Maputo, as empresas Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM), Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH), Electricidade de Moçambique E.P. (EDM), e a Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) assinaram um Acordo de Accionistas para constituição da sociedade Serviços de Logística Integrada de Gás Natural de Moçambique, S.A. (SLIGM) e o Acordo de Desenvolvimento Conjunto (JDA). Trata-se de dois instrumentos que estabelecem as bases para o desenvolvimento, financiamento e instalação de uma Unidade Flutuante de Armazenamento e Regaseificação (Floating Storage & Regasification Unit – FSRU) de Gás Natural Liquefeito, que será ancorada no norte de Inhambane e com infra-estruturas conexas no Porto da Beira, o que permitirá o transporte e incremento no fornecimento de gás ao mercado doméstico e regional. As quatro empresas públicas unem, assim, capacidades técnicas, financeiras e operacionais para garantir a viabilidade do Projecto e assegurar o seu impacto, a longo prazo, o que lhes confere o direito exclusivo de financiar, construir, importar e operar a terminal de GNL. Para além de diversificar as fontes de energia, espera-se que o Projecto reduza, de forma significativa, a dependência de importações, fomentando a monetização do gás doméstico proveniente dos projectos da Bacia do Rovuma, assim como de outras bacias sedimentares distribuídas ao longo do território nacional. Importa ainda referir que a criação desta sociedade decorre da aprovação, em Novembro de 2025, pelo Conselho de Ministros, do decreto que atribui a concessão para a construção e operação de infra-estruturas visando à recepção, armazenamento, regaseificação e transporte de gás natural no Porto da Beira e em Inhassoro. Para os accionistas, a constituição da sociedade demonstra capacidade e comprometimento de instituições nacionais em unirem esforços em torno de um Projecto estruturante, com impacto no fortalecimento da segurança e diversificação da matriz energética. Por outro lado, perspectiva-se que a exploração dos recursos naturais, abundantes no território nacional, tenha um efeito multiplicador da economia, traduzindo-se na melhoria da qualidade de vida dos moçambicanos.
CFM acolhe a Reunião da APLOP e reactiva os planos de recuperação da linha do Limpopo e execução da 2ª fase da linha de Ressano Garcia

Num contexto de consolidação da recuperação económica e de redefinição das prioridades de desenvolvimento, o Governo, através da Empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM), acolheu, na sexta-feira, a Conferência e Reunião Intermédia da Associação dos Portos dos Países de Língua Portuguesa (APLOP), subordinada ao tema “Os Portos, Força Motriz da Economia Azul”. Na abertura do evento, o Presidente do Conselho de Administração do CFM, Agostinho Langa Júnior, anunciou a revisão do orçamento, com vista ao redireccionamento de fundos para priorizar a recuperação da Linha de Limpopo, destruída pelas cheias de janeiro, e assegurou o início das obras de ampliação e modernização da linha de Ressano Garcia, em junho próximo. Por sua vez, o ministro dos Transportes e Logística, João Matlombe, destacou que a aposta do Governo passa pela valorização dos recursos marinhos, modernização das infra-estruturas portuárias e construção de cadeias logísticas mais eficientes e resilientes. “Sediar este evento significa, para nós, não só uma responsabilidade acrescida, mas também uma oportunidade de permitir a troca de experiências entre os nossos profissionais moçambicanos e os oriundos das instituições portuárias dos países da CPLP e, por essa via, consolidar a nossa cooperação nos vários domínios do processo de gestão dos Portos, à luz das orientações superiores dos nossos Governos”, disse Agostinho Langa Júnior. Discursando na abertura do evento, que contou com a presença de associados de Angola, Brasil, Cabo Verde, Moçambique e Portugal, bem como de representantes dos reguladores marítimo e ferro-portuário de Moçambique, aos quais se juntaram quadros da CFM, da Sociedade de Desenvolvimento do Porto de Maputo (MPDC), da Portos do Norte, da Cornelder, da CFM Logistic e outros convidados interessados na área da logística portuária, o PCA da CFM destacou o impacto das cheias e chuvas registadas em janeiro, na região sul do país. Estas intempéries causaram prejuízos estimados em 40 milhões de dólares americanos, devido à destruição de infra-estruturas. “A nossa previsão era concluir as reparações até ao dia 17 deste mês, mas a nova estimativa aponta para meados do próximo mês de Abril”, revelou Agostinho Langa Júnior. Actualmente, a linha opera com apenas quatro comboios por dia, o que gera prejuízos no transporte de mercadorias do Zimbabwe e de passageiros para Chicualacuala, na província de Gaza. “Vamos ter de rever o nosso orçamento e redireccionar a aplicação de alguns fundos para nos concentrarmos na Linha de Limpopo”, disse o PCA da CFM. Além da Linha de Limpopo, o PCA anunciou para Junho o início das obras da segunda fase da Linha de Ressano Garcia, que se encontra actualmente em preparação. “Estamos, neste momento, a concluir o concurso para a contratação de um consultor que irá elaborar o projecto. Pensamos que, por volta de junho ou julho, já teremos o empreiteiro contratado para avançar. Trata-se de um projecto que deverá durar cerca de dois anos”, acrescentou. O PCA do CFM realçou ainda que “a nossa infra-estrutura ferroviária não pode ser implantada em zonas muito desniveladas. Como deve saber, isso requer, de facto, uma coordenação com o Ministério das Obras Públicas e outras entidades ligadas à gestão de calamidades”, defendendo a importância da articulação institucional. Implementação da Economia Azul como estratégia de promoção de oportunidades e crescimento económico Por sua vez, o ministro dos Transportes e Logística, João Matlombe, fez saber que Moçambique colocou a economia azul, no âmbito da diversificação, no eixo central da sua estratégia para acelerar o crescimento sustentável, criar emprego e reforçar a integração regional. Segundo o ministro, a estratégia procura reduzir a dependência de sectores tradicionais e aposta em novos recursos oceânicos, até agora pouco explorados. João Matlombe sublinhou ainda que “é neste contexto que a economia azul, caracterizada por imensos recursos marinhos, assume um papel central e estratégico para o nosso País”, daí que, o Governo procura transformar este potencial em riqueza efectiva, através da valorização de sectores como as pescas, o turismo e as energias marinhas. Ao mesmo tempo, avançou, pretender-se melhorar a gestão dos recursos naturais como forma de garantir benefícios duradouros para as gerações futuras. Para além do crescimento económico, a economia azul é uma questão de inclusão social, tendo em conta que uma exploração eficiente e sustentável beneficiará directamente as populações, através da criação de emprego, apontada como um dos principais objectivos. “A economia azul representa o emprego, a inclusão social e a dignidade. Para isso, o Governo coloca os portos e a logística no centro da economia azul, e a empresa CFM é chamada a operacionalizar esta visão estratégica”, afirmou o governante. “Estas infra-estruturas são essenciais para o funcionamento da economia, na dinamização do comércio e, ao mesmo tempo, contribuem para a integração regional”, apontou. Para além disso, a eficiência logística é vista como factor de competitividade, pelo que João Matlombe fez saber que o Governo aposta na modernização contínua do sector portuário. “Cada porto que modernizamos, cada cadeia logística que fortalecemos, cada ligação que estabelecemos não se mede apenas por indicadores económicos, pois o desenvolvimento do sector portuário traduz-se não apenas em ganhos económicos, mas também na criação de oportunidades concretas para os nossos cidadãos”, referiu. Outrossim, “mede-se pelas vidas que transformamos e pelas famílias que encontram novas perspectivas”, sublinhou o ministro.
CFM inaugura duas Novas Locomotivas

Foram inauguradas em Maputo, no passado dia 12 de setembro do ano em curso, duas novas locomotivas que irão reforçar a frota da Empresa Portos e Camihos de Ferro de Moçambique (CFM). A aquisição das Locomotivas enquadra-se no Plano Estratégico da Empresa que prevê o apetrechamento e modernização do material circulante e equipamentos ferro-portuários. As duas locomotivas fazem parte de um lote de 10 por receber ainda este ano e irão responder a demanda que o mercado impõe, sobretudo o Zimbabweano e Sul Africano. A cerimnónia de inauguração foi dirigida pelo Ministro dos Transportes e Logística, Eng°. João Matlombe e enquadrou-se no âmbito do I Conselho Coordenador do Mnistério dosTransportes e Logística. Matlombe felicitou o CFM pela visão e determinação em encarar o enorme desafio, frisando a necessidade de empresas públicas fortes, focadas em resultados, capazes de gerar impacto directo na vida dos moçambicanos rumo a mais oportunidades de emprego, integração e esperança. “As duas locomotivas para carga adquiridas, mais que um reforço da frota, simbolizam compromisso com o futuro, com a modernização e transformação estrutural do sector logístico nacional, como motores para o desenvolvimento futuro, provando o investimento num sistema ferro-portuário moderno, eficiente, competitivo e preparado para servir a economia nacional e a região, aliado pela vantagem estratégica de Moçambique”- referiu o Governante para o sector dos transportes e logística. Por seu turno, o PCA do CFM, Eng°. Agostinho Francisco Langa Júnior, destacou que a presença do Ministro para dirigir a cerimónia motiva e encoraja o CFM a prosseguir com as orientações dadas pelo Governo a partir do Ministério dos Transportes e Logística. As Locomotivas foram adquiridas na Índia, custaram cerca de 3,449.000,00 USD/cada e resultam do apoio dos parceiros nomeadamente, Banco Africano de Desenvolvimento, Standard Bank e BCI.
Na Celebração dos 130 anos do CFM

O Presidente da República, Daniel Francisco Chapo afirmou, no passado dia 8 de julho de 2025, no âmbito da celebração d 130o aniversário do CFM que a Empresa tornou-se ao longo dos 130 da sua existência, a espinha dorsal da economia e canal de circulação de ideias, de culturas, de sonhos e do desenvolvimento do nosso Moçambique. Trata-se, segundo o Chefe de Estado, de um marco que ultrapassa a imaginação de cada um e entra para o domínio da memória nacional e do orgulho colectivo dos moçambicanos. Nesse contexto, Daniel Chapo sublinhou que ao celebrar-se os 130 anos dos CFM, o governo moçambicano não comemorava apenas uma simples data histórica, mas sim, “festejamos a nossa capacidade de resistir, de transformar, de sonhar e de fazer o futuro”. Por isso, acrescentou, “a história dos Caminhos de Ferro de Moçambique confunde-se com a própria história de Moçambique. Foram os trilhos que costuraram o país de norte ao sul, do Zumbo ao Índico, de este ao oeste”. Para elucidar, o estadista moçambicano fez saber que foram as linhas férreas que aproximaram o interior do litoral, as zonas rurais dos centros urbanos e ligaram países irmãos do hinterland, como África do Sul, Zimbabwe, Malawi, Zâmbia e Eswatini à Moçambique e, através deste, ao mundo. Para além disso, referiu Daniel Chapo que, muitas das cidades moçambicanas nasceram à volta de estações ferroviárias, muitas vilas ganharam vida graças à água, à luz, às escolas e desenvolvimento do país, catalisado pelos CFM. Nesse prisma, enfatizou o Presidente da República, “o hoje Estádio Nacional da nossa independência nacional é fruto dos CFM”, assinalou para num outro contexto, revelar que a proclamação da independência nacional a 25 de Junho de 1975, tornou-se hoje num símbolo de esperança, de resistência e de vida. Daí que, “os CFM têm o comboio de vida e o canal da circulação da própria revolução”, destacou o chefe de Estado. Refira-se que, a celebração dos 130 anos dos CFM, correspondem à data, 8 de Julho de 1895, da inauguração da primeira ligação ferroviária entre a ex-cidade de Lourenço Marques, hoje Maputo, e o Transvaal, actual Pretória. Nascia, assim, a chamada “estrada do progresso”, assinalou, salientando que, “era a chegada do maior comboio da Revolução Industrial ao nosso território — o comboio e o caminho-de-ferro — com as suas promessas de modernidade e transformação”. Por isso, durante os 130 anos, “aquele que poderia ser apenas um empreendimento colonial tornou-se, nas mãos e no suor dos moçambicanos, do Rovuma ao Maputo e do Zumbo ao Índico, um instrumento poderoso de coesão territorial, de desenvolvimento económico, social e de criação de cidadania e de afirmação nacional”, vincou.
Primeiro comboio de combustíveis chega ao Malawi através da Linha Férrea de Vila Nova da Fronteira

Os Caminhos de Ferro de Moçambique realizaram, esta terça-feira (11 de setembro), o primeiro comboio de combustíveis para o Malawi, através do Ramal Dona Ana – Vila Nova da Fronteira, na Província central de Tete. Segundo o Director de Comunicação e Imagem do CFM, Adélio Dias, “o comboio partiu do Porto da Beira com 48 tanktainers (24 plataformas) tendo como destino final a Marka, localizada no distrito malawiano de Nsanje, que faz fronteira com a Vila Nova da Fronteira, do lado moçambicano”.
Aviso ao Público – Cessão da Exploração do Domínio do Património Fundiário do CFM no âmbito do Desenvolvimento Integrado da Estação Central de Maputo
Resposta aos pedidos de esclarecimentos No âmbito do concurso em epígrafe, e na sequência dos pedidos de esclarecimento apresentados pelos concorrentes, cumpre-nos esclarecer o seguinte: 1. Na sequência dos pedidos de visitas adicionais submetidos pelos concorrentes, vimos pela presente informar que a calendarização das visitas é de acordo com o descrito na tabela abaixo… Clique aqui para ler na íntegra
CFM estreia na Logística de Petróleo e Gás

“Este momento marca o sentido de missão das empresas nacionais que respondem às exigências das operadoras petrolíferas…”, afirmou Filipe Nyusi no seu discurso inaugural. A empresa, Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) estreou, sábado, 27 de Julho de 2024, com o lançamento oficial do início das operações marítimas da CFM Logistics, na logística de petróleo e gás em Moçambique. Trata-se de uma Empresa criada no âmbito do core business da CFM, com objectivo de envolver-se em toda a cadeia de produção, logística e venda de recursos energéticos, tendo em conta as descobertas de importantes reservas de gás natural na Bacia do Rovuma, que se juntam ao potencial em produção na zona Sul, na região de Pande-Temane, colocando, desse modo, o nosso País na posição de um dos maiores produtores mundiais de Gás Natural Liquefeito. “Afigura-se como uma acção estratégica nacional da CFM, que serve de meio para assegurar a participação e empoderamento das empresas nacionais”, afirmou Filipe Nyusi, presidente da República, tendo acrescentando que o início das operações da CFM Logistics representa também o começo de uma ambição maior de exercer e prestar serviços marítimos em águas profundas e em toda a área marítima integrante do território moçambicano.
Aviso ao Público – Revisão de horários de circulação das Automotoras de Marracuene, Matola Gare e Boane
Decorridos 2 anos após a introdução do serviço de transporte ferroviário de passageiros por Automotoras, a procura por este serviço tem sido muito notável em todas rotas, principalmente no período matinal e vespertino. Diante deste facto e tendo em conta a necessidade da melhoria desse serviço, após avaliação dos índices de pontualidade, a Direcção Executiva do CFM-Sul, leva ao conhecimento dos Utentes e do Publico, em geral, que, a partir do dia 10 de Agosto de 2024, os horários de circulação das Automotoras de Marracuene, Boane e Matola Gareque circulam de Segunda à Sexta-Feira serão, conforme a tabela abaixo… Clique aqui para ler na íntegra
Concurso Público – Contratação para Cessão da Exploração do Domínio do Património Fundiário do CFM no âmbito do Desenvolvimento Integrado da Estação Central de Maputo
A Empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique, E.P. pretende identificar, através de concurso público, uma entidade singular ou colectiva que será responsável pela exploração do terreno de domínio público do CFM, geograficamente localizado no Complexo Ferro-portuário da Direcção Executiva do CFM Sul, em projectos de rendimento de caracter público privado, nomeadamente: Projecto de Construção e Exploração de um Centro Comercial; e Projecto de Construção e Exploração de um Silo Automóvel. Os concorrentes interessados poderão obter informações adicionais, examinar os Documentos de Concurso ou levantá-los na Unidade Gestora Executora das Aquisições – UGEA Central, sita na Praça dos Trabalhadores, Portão n. 9 do Porto de Maputo, Edifício à Direita, Primeiro Andar, contra o pagamento da importância não reembolsável de… Clique aqui para ler na íntegra


