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contentores-portoO CFM possui hoje uma nova estrutura orgânica e funcional que privilegia a horizontalidade, mobilidade e multidisciplinaridade das suas funções bem como o melhoramento na qualidade da gestão da Empresa. A nova estrutura organizacional do CFM comporta, para além dos órgãos estatutários - Conselho de Administração e Conselho Fiscal – três Direcções Executivas regionais, nomeadamente: CFM-Sul, CFM-Centro e CFM-Norte; sete Direcções por Função; cinco Gabinetes de apoio ao Conselho de Administração; Secretariado-Geral do Conselho de Administração; Representações Comerciais no Estrangeiro; Unidades Técnicas e Brigadas de Construção ou Reabilitação de infra-estruturas. Esta nova estrutura orgânica e funcional privilegia a melhoria da qualidade de gestão da empresa. É mais leve, mais ágil, com acesso e disponibilidade das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) aplicadas à gestão, facto que concorre positivamente para a concretização do nosso plano de actividades.

No quadro da reestruturação, o CFM alterou profundamente a sua missão e os seus objectivos programáticos. Após a concessão da actividade portuária e da actividade ferroviária, nos sistemas Centro e Norte, ao CFM cabe apenas a exploração dos Terminais de combustíveis (todos os Portos), cereais e alumínio (no Porto de Maputo), bem como do Sistema Ferroviário Sul, composto pelas linhas férreas de Ressano Garcia, Limpopo, Goba e Ramal de Salamanga que, por decisão do Governo, sob recomendação do CFM, não serão objecto de concessão.

O CFM continua a ser uma empresa com preocupações de natureza pública e com uma forte componente institucional, sem pôr em causa a sua primordial vocação comercial e de rentabilização dos seus dos activos.