CFM - Caminhos de Ferro de Moçambique

Ponte PilaresO Ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, ficou positivamente impressionado com as obras de construção da ponte ferroviária na linha de Goba, sobre o rio Umbeluzi, no distrito de Boane.


A constatação foi feita no passado dia 28 de Março quando Carlos Mesquita visitou os trabalhos que estão a ser desenvolvidos pelo CFM, num investimento orçado em 560 milhões de meticais.


Após a visita, o Ministro mostrou-se satisfeito com o que viu, pois constatou que tudo está correndo dentro do previsto, tendo acrescentado que a expectativa é de que o projecto possa terminar dentro do prazo contratual e, se possível, até "antecipar um pouco pois, as obras encontram-se já numa fase avançada, faltando apenas os trabalhos da montagem da estrutura física da ponte”.


Ponte MinistroSegundo o titular da pasta dos Transportes e Comunicações, com a conclusão da ponte, espera-se uma profunda transformação, trazendo ganhos significativos para a província, de forma particular e, para o país, em geral. “Esta ponte ferroviária vai contribuir na economia pois vai incrementar a receita através do manuseamento de mercadorias em quantidades significativas de forma segura e vai, igualmente, beneficiar a comunidade através do transporte de pessoas e bens”- assegurou Mesquita.

Com 340 metros de extensão, as obras iniciaram em Agosto do ano passado e poderão ser concluídas em Agosto do presente ano.


Para além da Ponte de Boane, o titular dos Transportes e Comunicações visitou a Terminal de Petróleos da Matola que, recentemente, sofreu um incêndio por conta da tentativa de roubo de combustíveis. No local, Mesquita anunciou que o Porto da Matola, na província de Maputo, vai beneficiar de um sistema de segurança que poderá minimizar a probabilidade de ocorrência de acidentes naquele estabelecimento ferro-portuário.Ponte Terminal


Segundo o Ministro, uma das medidas que deve ocorrer para a salvaguarda da segurança naquele recinto é a retirada de algumas unidades industriais nas proximidades do porto, pois tal deixa o estabelecimento vulnerável, propiciando a ocorrência de acidentes de vária ordem. “Este assunto deve ser olhado de uma forma conjunta e não particular, isto é, não atribuirmos a responsabilidade somente aos Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique, empresa responsável pela gestão do porto, mas a todos que usam o porto. Já foram contratadas algumas empresas para trabalhar na reabilitação do sistema de segurança e algumas delas já estão numa fase avançada dos seus trabalhos , e estamos certos de que dentro de alguns meses já teremos esta situação ultrapassada. É preciso que se invista rigorosamente nesta área para evitar acidentes previsíveis” asseverou Mesquita.