CFM - Caminhos de Ferro de Moçambique

conselho-directores1Decorreu, no edifício da Direcção Executiva Centro, na cidade da Beira, nos dias 24 e 25 de Abril de 2014, o XVIII Conselho de Directores da Empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique- CFM, um evento que visava discutir sobre os aspectos de gestão da empresa, com destaque para a mensuração do grau de implementação dos grandes Projectos ora em curso, bem como os desafios e soluções para o aumento da capacidade profissional dos trabalhadores, através da intensificação de acções de formação e avaliação de desempenho profissional permanentes.

O evento, cuja sessão de Abertura foi dirigida por Sexa. o Governador da província de Sofala, Dr. Félix Paulo, reuniu todos os Directores Executivos das três regiões do País, Directores por função, Consultores, Assessores, para além dos membros do Conselho de Administração.

Durante as sessões de debates ficou constatado que a empresa teve um desempenho global de 2013 acima do que foi conseguido no ano de 2012, facto que encoraja o executivo a trabalhar mais, de modo a que “a Empresa Portos e Caminhos de Ferro continue a registar esses índices de crescimento e possa corresponder à grandeza da sua dimensão centenária“, frisou o Presidente do Conselho de Administração, Dr. Victor Gomes na sua intervenção.

PCA-CFMVíctor Gomes exortou, ainda, os participantes para pautarem por uma actuação baseada em “princípios de boa governança“, tendo em vista a concretização dos grandes projectos que a empresa está envolvida, designadamente, o Projecto de Construção da Linha férrea entre Moatize e Nacala; o Projecto de Reabilitação e Construção de Novas infra-estruturas do Porto de Nacala; o Projecto de Desenvolvimento de Nova Terminal de hidrocarbonetos no Porto de Palma; a Conclusão do Projecto de Aumento da Capacidade da Linha de Sena para 20MTPA - só para citar alguns exemplos.

O PCA do CFM fez saber que o nível de investimentos dos projectos mencionados demanda grandes aplicações financeiras, valores que a empresa, sozinha, não detém. “A busca de soluções financeiras internas ou de parceiros será imperativo, com vista a criarem-se condições logísticas que o País demanda“.

carruagempassageirosPara terminar Victor Gomes apontou, como outro desafio para a empresa, no domínio da Responsabilidade Social, a componente do transporte de passageiros. Segundo ele, “precisamos, muito rapidamente, delinear e implementar estratégias visando alocar mais carruagens para que possamos prestar este serviço com a necessária comodidade e segurança, contribuindo para a mitigação do problema da falta de transporte urbano e inter-urbano de passageiros“.